Um passeio no fim de semana que terminou na maior tragédia de uma família em São Paulo

Um passeio no fim de semana que terminou na maior tragédia de uma família em São Paulo

Na tarde de um sábado que parecia como outro qualquer, duas crianças saíram de casa com o pai sob a promessa de um dia repleto de passeios e atividades culturais. A expectativa era de momentos de lazer no Museu do Ipiranga, um dos pontos mais conhecidos da capital paulista. No entanto, o trajeto que deveria ser de diversão escondia uma intenção macabra que culminou em um dos episódios mais chocantes registrados recentemente na zona sul da cidade.

A história entre Breno de Souza Tastro e Jennifer durou oito anos. Ao longo desse período na cidade de São Paulo, o casal teve duas filhas, Isis, de 3 anos, e Laís, de 5 anos. A ligação do pai com a primogênita parecia tão forte que ele chegou a tatuar o nome da menina em seu peito. Apesar dos momentos de convivência, a relação chegou ao fim em março, marcada por episódios de agressões psicológicas e físicas, além de descobertas de traições.

Com o término do relacionamento e as ocorrências registradas na separação, Breno não podia se aproximar da ex-companheira. Para que o contato com as filhas continuasse, a mãe de Breno era quem buscava as netas para passarem os fins de semana com ele. Foi assim que, na sexta-feira, 7 de agosto de 2026, as meninas foram levadas para ficar com a família paterna.

O planejamento de uma tarde que terminou em tragédia

No sábado seguinte, 8 de agosto de 2026, por volta das 15h30, Breno pegou Isis e Laís afirmando que as levaria para conhecer exposições e brincar em locais com atrações culturais. As meninas deixaram a residência animadas com a promessa de um dia especial. No entanto, os planos do pai seguiam em uma direção completamente oposta.

Segundo os dados apurados, a reação extrema de Breno ocorreu após ele visualizar uma publicação da ex-companheira em uma rede social, na qual ela aparecia saindo e se divertindo com amigas. Diante da imagem de Jennifer reconstruindo sua vida social, o homem tomou a decisão de cometer o ato violento contra as próprias filhas como forma de vingança.

Dentro do próprio veículo, Breno asfixiou as duas meninas e deixou os corpos no interior do automóvel. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento exato em que ele estacionou o carro no bairro Cidade Dutra, localizado na zona sul de São Paulo.

A busca desesperada e a confissão na delegacia

Logo após o ato, Breno entrou em contato com sua mãe e sua irmã afirmando que elas nunca mais veriam as crianças. Ele também enviou uma mensagem direta para Jennifer com o mesmo teor, avisando que ela jamais voltaria a ver as filhas. A ausência de retorno com as crianças acendeu o alerta na família.

Sem notícias das filhas e sem que o ex-companheiro as devolvesse conforme o combinado, Jennifer acionou as autoridades policiais. Durante toda a madrugada de domingo, a mãe percorreu diversos pontos de São Paulo em uma busca desesperada por informações que pudessem levar ao paradeiro das meninas.

A busca terminou nas primeiras horas do Dia dos Pais, por volta das 6h da manhã de domingo, quando Breno compareceu ao 48º Distrito Policial, na Cidade Dutra. Diante dos policiais de plantão, ele confessou ter tirado a vida das filhas e indicou o local exato onde havia deixado o automóvel.

O cenário encontrado pelas autoridades no local do crime

Ao se deslocarem até o ponto indicado, os policiais encontraram uma cena que consternou toda a equipe. No interior do veículo estacionado, estavam os corpos de Isis e Laís, mortas por estrangulamento. As crianças, que haviam saído de casa felizes para um dia de passeio, foram mortas pelo próprio pai.

Breno foi preso em flagrante no local e, após passar por audiência de custódia, teve a sua prisão preventiva decretada pela Justiça. Ele permanecerá preso enquanto o processo criminal segue os trâmites legais.

As investigações indicam que ele responderá pelo crime de vicaricídio, além de acusações por violência doméstica praticada contra a ex-companheira durante o período em que estiveram juntos.

A tipificação legal e os desdobramentos do caso

O enquadramento do caso como vicaricídio baseia-se na Lei nº 15.384, sancionada em 9 de abril de 2026. A legislação foi criada especificamente para punir situações em que o agressor tira a vida de descendentes ou pessoas sob os cuidados da ex-companheira com o objetivo deliberado de causar sofrimento psicológico e punir a mulher em um contexto de violência doméstica.

A criação dessa lei ocorreu em resposta a um caso de grande comoção nacional no início de 2026, quando um secretário de governo em Itumbiara, Goiás, tirou a vida dos filhos de 8 e 12 anos enquanto dormiam, cometendo suicídio em seguida para se vingar da esposa. O episódio gerou forte mobilização pública e acelerou a aprovação da nova tipificação no Código Penal.

No caso ocorrido em São Paulo, os órgãos competentes seguem reunindo provas e laudos periciais para concluir o inquérito policial. A comunidade local permanece abalada com a gravidade dos fatos, enquanto o processo judicial avança para determinar as penalidades aplicáveis.

Disclaimer: This story is fictional and created for entertainment purposes only. Any names, characters, places, or events are fictitious or used fictitiously. No real person or organization is intended to be portrayed.

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