“MAIS 100 FOTOS LINDAS!”: Ratomen debochou da morte de policial de elite da CORE nas redes e acabou morto com o corpo crivado de balas na Cidade de Deus
“MAIS 100 FOTOS LINDAS!”: Ratomen debochou da morte de policial de elite da CORE nas redes e acabou morto com o corpo crivado de balas na Cidade de Deus

A ilusão de impunidade e a arrogância promovidas por lideranças do narcotráfico em ambientes virtuais encontraram uma resposta devastadora das forças de segurança do Rio de Janeiro. Gabriel Gomes Faria, amplamente conhecido pelo apelido de “Ratomen”, construiu sua reputação no Bairro 13, na Cidade de Deus, dominado pelo Comando Vermelho, misturando a gestão do tráfico de drogas com uma intensa ostentação digital. Contudo, ao ultrapassar todos os limites éticos e morais ao cometer um crime brutal, o criminoso selou o seu próprio destino.
O ponto de virada na história do traficante ocorreu durante a deflagração da Operação Gelo Podre, uma ação da Polícia Civil destinada a combater fábricas clandestinas no perímetro da comunidade.
Ao liderar um ataque armado contra as equipes policiais, Ratomen e seus comparsas participaram do assassinato do inspetor José Antônio Lourenço Júnior, um respeitado policial de elite da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE).
Não satisfeito com o ato brutal, o criminoso cometeu um sacrilégio que chocou até mesmo os policiais mais experientes: tirou fotos ao lado do corpo do agente alvejado e publicou as imagens na internet.
A Provocação Macabra nas Redes Sociais e o Afronta ao Estado
O desrespeito promovido por Ratomen atingiu o auge quando ele utilizou seus perfis em plataformas como Instagram e X para tripudiar sobre a dor da família do policial e zombar abertamente de todo o aparato de segurança pública do Estado.
Ao publicar a imagem da vítima acompanhada de legendas carregadas de deboche, o traficante buscava reafirmar uma suposta inatingibilidade frente à lei.
Ele chegou a declarar abertamente que a morte do agente de elite seria celebrada e que novas investidas teriam o mesmo desfecho.
“Se acontecer com mais 100 como ele, teremos mais 100 fotos lindas no nosso perfil! Nada pode me parar, o Bairro 13 é nosso!”
Cronologia da Derrocada do Traficante Ratomen:
• O Crime e a Provocação: Ratomen participa da morte de agente da CORE e posta foto do corpo na internet.
• A Reação do Estado: Policiais da CORE e da Homicídios colocam a captura do bandido como prioridade máxima.
• O Cerco Silencioso: Agentes invadem a Cidade de Deus sem sirenes ou luzes para evitar alerta de olheiros.
• A Execução Tática: Encurralado no corredor escuro, o criminoso tenta sacar a arma e é alvejado.
• O Fim do Bando: O celular apreendido no local leva à localização e morte dos comparsas restantes.
ASSISTA AO VÍDEO COMPLETO E VEJA OS DETALHES DA OPERAÇÃO QUE NEUTRALIZOU O CRIMINOSO NO VÍDEO EXIBIDO AO LONGO DESTA MATÉRIA!
A atitude covarde e ostentostativa transformou o nome de Gabriel Gomes Faria no alvo número um de todas as divisões operacionais da Polícia Civil.
A Resposta Implacável e o Cerco Tático na Cidade de Deus
A caçada a Ratomen envolveu cruzamento intensivo de dados de inteligência, monitoramento de sinais de celular e o mapeamento das limitações físicas do criminoso, que sofria com sequelas graves de um acidente de moto recente. Na noite de 18 de agosto de 2025, os agentes descobriram o endereço exato do imóvel onde o traficante tentava se esconder no Bairro 13.
Operadores táticos da CORE e investigadores montaram uma operação cirúrgica de cerco à residência.
A progressão ocorreu sem o uso de sirenes, luzes de emergência ou viaturas ostensivas, anulando qualquer possibilidade de alerta por parte dos olheiros da facção.
Os policiais invadiram o imóvel com extrema velocidade, encurralando Ratomen no fundo de um corredor estreito e escuro.
Percebendo que a casa estava tomada por homens da tropa de elite, o bandido ainda tentou puxar uma pistola que carregava na cintura para disparar contra a guarnição.
O Confronto no Corredor e a Neutralização do Bandido
Antes mesmo que conseguisse engatilhar a arma de fogo, Ratomen foi alvejado por uma saraivada de disparos efetuados pelos agentes da CORE em pronta resposta à ameaça iminente. O criminoso tombou gordo no mesmo instante, com o corpo crivado de balas sobre o piso do corredor.
Apesar de ter sido colocado em uma viatura e levado ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, o óbito foi atestado imediatamente ao dar entrada no setor de emergência.
A notícia do neutralização do responsável pela afronta à corporação espalhou-se rapidamente entre os moradores e pelas redes sociais.
No local da intervenção, os policiais apreenderam a arma utilizada pelo criminoso e o seu telefone celular particular.
O aparelho periciado revelou contatos valiosos que, nas semanas seguintes, permitiram localizar e neutralizar também os comparsas Matu e Mangabinha, encerrando de forma definitiva a estrutura responsável pelo ataque ao policial.
A Lição sobre a Falsa Onipotência do Crime Organizado
A morte de Gabriel Gomes Faria, o Ratomen, tornou-se um marco sobre os perigos da exposição e da falsa impressão de poder gerada pelo crime organizado nas redes sociais. A frase “Nada pode me parar”, ostentada em suas fotos antigas, passou a ser lembrada como o símbolo do seu próprio fim sob o rigor da lei.
A ação tática reestabeleceu a resposta das instituições do Estado frente a provocações diretas promovidas por facções criminosas.
Moradores da Cidade de Deus testemunharam o colapso do grupo do Bairro 13 após a sequência de intervenções policiais.
A história de Ratomen permanece como um exemplo cru da distância entre a fantasia de poder propagada no mundo virtual e o desfecho trágico e inevitável da vida no narcotráfico.
As forças de segurança reafirmaram o compromisso de combater rigorosamente qualquer agressão ou ameaça praticada contra agentes da ordem pública.
Diante da história de Ratomen, que zombou publicamente da morte de um policial de elite da CORE nas redes sociais e acabou morto em um cerco tático, como você avalia a resposta das forças de segurança diante de afrontas e crimes promovidos por traficantes na internet?
You acredita que a atuação dos setores de inteligência e o combate rigoroso às ostentações de armas nas redes sociais são determinantes para desmantelar quadrilhas violentas nas periferias?
Convidamos todos os leitores a participarem ativamente dessa reflexão sobre segurança pública, combate ao crime organizado e valorização das forças policiais, registrando suas opiniões e análises na seção de comentários abaixo.