BOMBA NO CASO BERENICE: “TÁ TUDO GRAVADO!” — A PRISÃO DO BOMBEIRO, O MACABRO PACTO DE SANGUE DA PATROA E A CAÇADA AO SOBRINHO FORAGIDO!
A ilusão do “crime perfeito” no Litoral Norte de São Paulo desmoronou em um estrondo assustador, revelando um enredo de vingança, crueldade, pactos macabros e manipulação grosseira das autoridades. A morte trágica e brutal da cozinheira Berenice, de 57 anos — que teve seu corpo descartado como lixo a mais de 300 quilômetros da cena do crime —, ganhou contornos ainda mais sombrios e estarrecedores com a decretação da prisão preventiva dos envolvidos e a revelação de um plano orquestrado para limpar o sangue da vítima das mãos dos executores.
Em uma operação sigilosa conduzida pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de São Sebastião, o ex-bombeiro Irismar Castilho, de 55 anos, atual companheiro da empresária e atiradora Eliane (a principal articuladora do assassinato), foi preso em uma residência no bairro do Estaleiro, em Ubatuba. A ação policial encerrou semanas de uma caçada silenciosa e desmascarou o papel do ex-militar no que a polícia classifica como uma farsa arquitetada para garantir a impunidade do grupo.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/2/N/hmcHYiQtOg7DGAnBXJfw/texto-do-seu-paragrafo-2026-07-13t104250.739.png)
Enquanto Eliane já amargava a cela e o ex-bombeiro era conduzido ao Presídio Militar Romão Gomes, na capital paulista, a Polícia Civil deflagrou uma caçada frenética ao terceiro elemento do grupo: o sobrinho de Eliane, que teve a prisão decretada pela Justiça, recusou-se a se entregar e agora é oficialmente considerado um foragido perigoso da Justiça.
┌────────────────────────────────────────────────────────────────────────┐
│ A REDE DE CÚMPLICES E O PAPEL DE CADA UM NO CRIME │
├────────────────────────────────────────────────────────────────────────┤
│ • ELIANE (A Patroa/CAC): │ Autora dos disparos dentro da caminhonete. │
│ • IRISMAR (O Bombeiro): │ Apagou provas, lavou sangue e trocou peças.│
│ • O SOBRINHO (Foragido): │ Auxiliou na logística e no descarte do corpo.│
└────────────────────────────────────────────────────────────────────────┘
A SANGUINÁRIA EMBOSCADA NA CAMINHONETE E O PACTO DO CASAL
A reconstituição dos fatos com base nos laudos periciais e nos depoimentos colhidos pela DIG expõe uma sequência de barbárie sem precedentes. Tudo começou em Ubatuba, quando Berenice foi dispensada do restaurante onde trabalhava para Eliane. A motivação do crime, segundo o Ministério Público, nasceu de uma desavença banal e torpe: uma disputa trabalhista. Berenice exigia o pagamento justo por seus serviços (cerca de R$ 4.000,00), mas Eliane recusava-se a pagar mais do que R$ 900,00.
O impasse comercial virou agressão física. Após uma luta corporal, Berenice desmaiou. Em vez de prestar socorro ou acionar uma equipe médica, Eliane — que possui registro de CAC (Caçador, Atirador e Colecionador) e transitava armada — colocou a cozinheira desacordada no interior de sua caminhonete.
Dentro do veículo, enquanto rodavam pelas estradas da região, Eliane sacou a arma e efetuou disparos à queima-roupa de dentro para fora. O projétil atravessou o corpo de Berenice e perfurou a lataria do carro, tingindo o carpete e os bancos com uma quantidade colossal de sangue humano.
┌────────────────────────────────────────────────────────────────────────┐
│ CRONOLOGIA DA BARBÁRIE E DA FARSA │
├────────────────────────────────────────────────────────────────────────┤
│ 1. A DISPUTA │ Cobrança trabalhista de R$ 4 mil vira briga física. │
│ 2. A EXECUÇÃO │ Eliane atira em Berenice dentro da caminhonete. │
│ 3. A DISSIMULAÇÃO│ Irismar leva o carro para a oficina e limpa vestígios│
│ 4. O DESCARTE │ Corpo é desovado a 300 km de distância, em Angra. │
│ 5. A QUEDA │ Perícia aplica Luminol, acha sangue e fecha o cerco. │
└────────────────────────────────────────────────────────────────────────┘
É exatamente nesse ponto que a figura do ex-bombeiro Irismar Castilho ganha destaque criminoso. Longe de ser um espectador passivo, o companheiro de Eliane aderiu plenamente ao plano macabro. Demonstrando extrema frieza, Irismar assumiu a logística da fraude processual:
Remoção de Vestígios: Levou a caminhonete a uma oficina mecânica para reparar o buraco da bala e substituir o carpete encharcado de sangue.
Buscas Macabras no Google: A perícia descobriu que o casal pesquisou na internet “como remover manchas de sangue e trocar carpete de carro”.
O Descarte: Ele percorreu mais de 300 quilômetros ao lado da parceira para desovar o cadáver de Berenice na Estrada de Lacedê, na região de Angra dos Reis, perto da divisa com o Rio de Janeiro.
Censura Digital: Tentou formatar e apagar os celulares, destruindo mensagens que os conectavam à vítima — sem saber que a tecnologia forense recuperaria cada arquivo binário deletado.
O LUMINOL BRILHA NO ESCURO: A PERÍCIA VENCE A FRAUDE
A soberba dos criminosos, que acreditavam ter apagado todas as pistas ao lavar o automóvel e substituir o revestimento interno, ruiu diante da ciência forense. Quando os peritos criminais aplicaram o reagente Luminol na estrutura metálica do veículo, a reação química foi instantânea e devastadora: o interior do carro brilhou intensamente, revelando poças de sangue humano que haviam se infiltrado nas frestas da lataria, provando a execução no local.
Enquanto Irismar tentava manter a rotina normal e postava declarações de amor para Eliane no Facebook — com frases bizarras como “Meu plano de vida é simples: acordar todos os dias e encontrar novos motivos para te fazer sorrir” —, a Polícia Civil trabalhava em silêncio. Durante 20 dias, os investigadores monitoraram os passos do bombeiro, reunindo escutas, registros de GPS e laudos que o colocavam diretamente na cena da fraude e do descarte do cadáver.
Ao receber a notícia de que os peritos haviam descompactado as imagens do DVR do carro e os dados do celular de Berenice resgatado no precipício, o casal desmoronou. O pavor de Eliane na cela ecoou nos corredores da cadeia:
“Meu Deus, eles conseguiram recuperar tudo? Tá tudo gravado, eu vou morrer na cadeia! Não tem como negar!”
MÁFIA LOCAL E ESCÂNDALO NA DELEGACIA DE UBATUBA
O desfecho do Caso Berenice não apenas expôs a crueldade dos executores, mas também jogou luz sobre uma incômoda e suspeita rede de influências na região. A investigação, que inicialmente “patinou” e ficou misteriosamente estagnada na Delegacia de Ubatuba, só destravou quando a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo determinou a transferência imediata do inquérito para a Seccional de São Sebastião.
A demora inicial de 12 dias para localizar o corpo e de 10 dias para apreender o celular descartado gerou revolta na família de Berenice, que chegou a conduzir uma investigação paralela para pressionar as autoridades.
O escândalo aumentou quando fotos da principal acusada, Eliane, sorrindo ao lado de delegadas e autoridades locais nas redes sociais vieram à tona. O fato de Eliane ser ex-esposa de um PM, namorada de outro ex-policial e atual companheira de um bombeiro levantou sérias suspeitas sobre tentativas de ingerência e favorecimento velado no início das apurações.
┌────────────────────────────────────────────────────────────────────────┐
│ A PENA ACUMULADA: ATÉ 45 ANOS DE CADEIA │
├────────────────────────────────────────────────────────────────────────┤
│ • Homicídio Qualificado (Motivo Fútil/Traição): 12 a 30 anos │
│ • Ocultação de Cadáver: 1 a 3 anos │
│ • Fraude Processual e Obstrução de Justiça: 1 a 4 anos │
│ • Agravantes de Concurso de Pessoas e Falso Testemunho: Somados na Pena│
└────────────────────────────────────────────────────────────────────────┘
A Corregedoria da Polícia Civil acompanha o caso para apurar eventuais omissões na fase inicial em Ubatuba, enquanto o Ministério Público já prepara a denúncia formal por Homicídio Triplamente Qualificado, Ocultação de Cadáver e Fraude Processual. Pelo concurso de pessoas e a cumulação de penas, os envolvidos podem pegar até 45 anos de reclusão em regime fechado.
A CAÇADA FINAL AO SOBRINHO FORAGIDO
Enquanto Irismar aguarda o julgamento na cela especial do Presídio Romão Gomes e Eliane permanece encarcerada no pavilhão feminino, todas as atenções da Inteligência da Polícia Civil estão voltadas para a captura do terceiro envolvido: o sobrinho de Eliane.
As autoridades do Litoral Norte emitiram alertas para todas as rodovias, portos e divisas estaduais. A polícia apura se o jovem atuou como motorista do veículo de apoio durante a viagem de 300 quilômetros para desovar o corpo ou se participou ativamente da agressão física dentro da residência.
A família de Berenice, que viveu dias de pesadelo e desespero, finalmente começa a enxergar a luz da justiça. Para a sociedade, o desfecho do caso deixa um aviso claro: a tecnologia pericial moderna e a determinação da imprensa livre não permitem mais que crimes bárbaros fiquem escondidos sob a sombra da influência ou de fardas do passado.
O QUE VOCÊ ACHA?
Você acredita que a investigação demorou a andar por causa das influências e conexões de Eliane com agentes de segurança de Ubatuba? O ex-bombeiro que ajudou a ocultar o corpo deve receber a mesma pena da assassina?
Deixe o seu comentário abaixo, compartilhe esta reportagem e continue acompanhando desdobramentos exclusivos deste caso que parou o Brasil!