QUEDA FATAL DO 13º ANDAR: MODELO É MORTA NO RIO POR FORAGIDO COM MAIS DE 20 PASSAGENS PELA POLÍCIA
Uma madrugada de terror em plena Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, escancarou uma sucessão estarrecedora de violências, perseguição e negligência estatal. Ana Luísa Mateus, uma modelo de 29 anos em plena ascensão profissional, caiu da janela de um apartamento no 13º andar minutos antes do horário em que deveria embarcar em um voo de volta para casa. Ao lado do corpo, a polícia encontrou um homem transtornado, com identidade falsa e um passado aterrorizante de agressões quase letais contra outras mulheres. O caso chocou o país ao revelar que o suspeito vivia livremente na capital fluminense, apesar de carregar um mandado de prisão em aberto e mais de duas dezenas de boletins de ocorrência.
Madrugada de horror e gritos no Alfa Park

A tragédia aconteceu na madrugada do dia 22 de abril de 2026, no condomínio Alfa Park, situado na movimentada Avenida Lúcio Costa. O casal havia alugado um imóvel por temporada no 13º andar cerca de cinco dias antes. Naquela noite, moradores e funcionários relataram discussões violentas que ecoavam pelos corredores como uma verdadeira praça de guerra, provocando sucessivas reclamações na portaria do edifício.
Durante a briga, o companheiro chegou a descer e deixar as dependências do prédio. Testemunhas relatam que funcionários da portaria orientaram a modelo a deixar o local imediatamente, aproveitando a ausência do agressor, já que ela possuía uma passagem aérea comprada para a Bahia prevista para o início da manhã. Contudo, preocupada com o paradeiro do namorado, a jovem enviou mensagens pedindo que ele retornasse. O retorno do rapaz reacendeu os gritos e o desespero no apartamento. Por volta das 5h30, o som abafado da queda marcou o fim trágico da modelo na área comum do condomínio.
Tentativa de fuga e farsa desmascarada na portaria
Nos minutos seguintes à queda, o homem desceu até o térreo, tocou no corpo inerte da companheira e tentou escapar pelos fundos do edifício. Impedido de sair, retornou à frente do condomínio aos prantos. Com a chegada da Polícia Militar, ele apresentou uma cédula de identidade falsa em nome de seu irmão residente no Paraná. A perícia da Polícia Civil desmascarou a fraude horas depois.
O indivíduo foi identificado como Andrew Lincol Ferreira da Cunha, de 32 anos, estudante de medicina natural de Mato Grosso do Sul. Em seu depoimento preliminar, embora tenha negado ter empurrado a jovem, o agressor alternou frases de culpa velada com ofensas morais contra a vítima, confessando um ciúme doentio da projeção dela nas redes sociais e do círculo de amizades que a cercava.
O sonho de Miss interrompido no auge

Natural de Teixeira de Freitas, no extremo sul da Bahia, Ana Luísa era maquiadora e modelo. Ela vivia um dos momentos mais celebrados de sua trajetória pessoal e profissional ao ser confirmada como representante baiana no concurso Miss Cosmo Brasil 2026. Com dezenas de milhares de seguidores na internet, a jovem viajava com frequência ao Rio a trabalho.
O relacionamento com Andrew havia começado há cerca de três meses, durante o Carnaval carioca, na Marquês de Sapucaí. Sob a fachada de um romance promissor, a jovem começou a relatar a amigos próximos episódios de controle obsessivo e humilhações psicológicas, repetindo um ciclo que culminou no desfecho trágico daquela madrugada.
O histórico sanguinário: atropelamento, cárcere e tiros
A investigação policial detalhou que a violência não era um fato isolado na biografia de Andrew Lincol. O estudante de medicina acumulava mais de 20 passagens criminais, com acusações que incluíam lesão corporal, ameaça, difamação, injúria, sequestro e cárcere privado:
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Atropelamento em Campo Grande (2011): Durante a fuga de uma confusão universitária, dirigindo sem carteira de habilitação, Andrew atropelou um policial à paisana e foi baleado na abordagem, sendo condenado a três anos de prisão em regime aberto.
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Conflito familiar com disparos (2019): O suspeito foi alvejado durante uma briga com um parente próximo, que alegou legítima defesa e relatou às autoridades que Andrew já havia sido internado por surtos psicóticos graves.
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Ameaças no ambiente acadêmico: Colegas de faculdade relataram comportamento perigoso e descompensado, resultando em medidas protetivas solicitadas por estudantes de medicina contra ele.
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Cárcere privado de ex-namorada (2025): Uma consultora de Campo Grande foi mantida trancada em um apartamento em São Paulo durante 15 dias para que os hematomas das agressões sumissem. Durante os episódios, ele a espancou com socos no rosto, causou traumatismo craniano, tentou enforcá-la com um cinto e a gravou ensanguentada, coagindo-a a repetir frases sob ameaça de morte.
Mesmo com medidas protetivas vigentes em favor de duas ex-companheiras e uma ordem de prisão pendente, o homem circulava livremente pela Zona Oeste do Rio de Janeiro sem ser importunado pela fiscalização estatal.
O desfecho na cela da Delegacia de Homicídios
Horas após ser autuado em flagrante na Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), Andrew Lincol cometeu suicídio no interior da carceragem utilizando as próprias vestes. A Polícia Civil instaurou um inquérito específico para apurar as circunstâncias da morte na carceragem, mantendo as investigações do feminicídio ativas para concluir as perícias técnicas no apartamento e a análise da dinâmica de queda da vítima.
Ao tomar conhecimento do caso através dos noticiários, a ex-namorada sobrevivente de Mato Grosso do Sul declarou publicamente seu alívio por não viver mais sob pânico constante, mas lamentou a ineficácia das medidas estatais que falharam em conter um agressor contumaz antes que outra vida fosse ceifada.
O caso de Ana Luísa Mateus evidencia as brechas profundas no cumprimento de medidas cautelares e ordens judiciais de prisão no Brasil. A morte prematura da jovem modelo expõe a urgência de respostas mais ágeis e integradas na vigilância de criminosos violentos, impedindo que reincidentes continuem agindo com impunidade diante de alertas explícitos de tragédia anunciada.
Disclaimer: This story is fictional and created for entertainment purposes only.
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No real person or organization is intended to be portrayed.