O Ator Adulto que Filmou o Próprio Crime e Chocou a Inglaterra: A Mala de Bristol e o Horror em Londres
Na manhã cinzenta de julho de 2024, no coração do Reino Unido, um drama macabro começou a se desenrolar diante das câmeras de segurança de Londres e das ruas históricas de Bristol. O caso, que rapidamente ocupou as manchetes dos principais jornais britânicos, não chocou a opinião pública apenas pela extrema violência dos atos, mas pela frieza absoluta de seu autor. A história envolve uma complexa teia de relacionamentos virtuais, interesses financeiros, ambição desmedida e um final sangrento registrado em vídeo pelo próprio assassino.
No centro dessa tragédia está Yostin Andrés Mosquera, um colombiano nascido no início dos anos 1990. Com um passado nas forças armadas de seu país natal e um emprego formal no setor de tecnologia na cidade de Medellín, Mosquera levava uma vida aparentemente comum. Era casado e pai de um menino. Contudo, sob a superfície dessa rotina familiar, ele construiu uma persona virtual dedicada ao entretenimento adulto. Atuando sob pseudônimos chamativos em plataformas internacionais, ele atraía clientes de alto poder aquisitivo no exterior, transformando sedução em uma fonte lucrativa de renda.
Uma Relação de Uma Década Cruza o Atlântico

Foi nesse ambiente digital que o caminho de Mosquera cruzou com o de Albert Alfonso, um cidadão francês naturalizado britânico, de 62 anos. Albert trabalhava como instrutor de natação e gerente de uma residência de luxo em Londres. Ele mantinha uma convivência de mais de duas décadas com Paul Lenworth, um aposentado irlandês de 71 anos. Embora a relação amorosa entre Albert e Paul tivesse se transformado em uma sólida amizade e companheirismo ao longo dos anos, eles continuavam dividindo a mesma casa no bairro de Shepherd’s Bush, no oeste da capital inglesa.
Enquanto mantinha a rotina com Paul, Albert explorava desejos particulares na internet. Em 2012, ele conheceu o jovem colombiano online. O que começou como troca de conteúdos pagos evoluiu para uma dinâmica de dependência financeira e emocional que durou quase dez anos. Albert cobria despesas, enviava presentes e sustentava a família de Mosquera na Colômbia. Em contrapartida, recebia atenção, vídeos e transmissões particulares.
Em 2022, o vínculo virtual se materializou quando Albert pagou a viagem para que Mosquera passasse uma temporada em Londres. Mais tarde, em março de 2023, Albert e Paul viajaram juntos para Cartagena, na Colômbia, onde se encontraram com o jovem. Registros da época mostram os três sorridentes, desfrutando do clima praiano como amigos próximos. No entanto, enquanto os britânicos viam afeto e parceria, Mosquera enxergava uma oportunidade de ascensão financeira.
O Retorno Definitivo e a Sombra do Crime
Em junho de 2024, Mosquera retornou a Londres, desta vez para se estabelecer por tempo indeterminado no apartamento do casal. Albert custeava integralmente o estilo de vida do colombiano, incluindo academia, alimentação e vestuário, além de manter o envio de recursos para a família dele na Colômbia. O rapaz passou a frequentar a rotina da casa, acompanhando o casal em compromissos e gravando conteúdos em vídeo com Albert.
A presença constante do jovem, contudo, trazia um desconforto visível para Paul, que preferia se manter afastado e em silêncio. A situação ganhou contornos ainda mais graves quando Albert confidenciou a amigos que pretendia incluir o jovem colombiano como beneficiário em documentos financeiros.
Ao tomar conhecimento do patrimônio e da movimentação bancária do casal, Mosquera começou a planejar o crime. As investigações posteriores revelaram que o histórico de busca em seus dispositivos eletrônicos contava com pesquisas sobre como ocultar corpos, o tempo de decomposição humana, métodos para causar traumas cranianos fatais e a aquisição de um freezer de grande porte. O equipamento de refrigeração foi encomendado dias antes da execução do plano.
A Sequência Fatal Gravada em Vídeo

No dia 8 de julho de 2024, aproveitando que Albert estava no trabalho, Mosquera ficou sozinho com Paul no apartamento. Imagens de segurança registraram momentos cotidianos da manhã, incluindo Paul ajustando as cortinas de uma janela. Horas depois, às 12h30, o colombiano fechou as mesmas cortinas.
De acordo com o inquérito policial, Mosquera pegou um martelo no depósito da residência e atacou Paul por trás enquanto o idoso assistia à televisão. Foram desferidos múltiplos golpes na cabeça da vítima, sem qualquer chance de defesa. Em seguida, o agressor arrastou o corpo para um canto, cobriu-o com um lençol e limpou o local.
Às 18h43, Albert retornou do trabalho pedalando sua bicicleta. Sem notar qualquer irregularidade, ele saiu brevemente com Mosquera e ambos retornaram às 19h21 rindo. Pouco depois, Albert foi até o quarto para um momento íntimo com o jovem. O próprio Albert ligou a câmera para registrar a cena. As imagens mostram a vítima ajoelhada, vestindo uma touca branca e uma máscara de couro, enquanto Mosquera se aproximava usando luvas e segurando uma faca.
Mosquera atacou Albert com múltiplos golpes no pescoço. Câmeras registraram a frieza do agressor, que zombava da vítima durante o ato. Após a morte de Albert, Mosquera permaneceu no recinto e começou a cantar em frente ao corpo.
Desmembramento e a Tentativa de Fuga
Na manhã de 9 de julho de 2024, o freezer encomendado dias antes foi entregue no apartamento. Mosquera recebeu a entrega, efetuou o pagamento e fechou a porta. Utilizando ferramentas elétricas e facas de cozinha, ele iniciou o processo de esquartejamento das duas vítimas. Partes dos corpos foram embaladas em sacos plásticos e colocadas dentro de malas, enquanto os restos mortais de uma das vítimas foram armazenados no novo freezer.
Simultaneamente, o criminoso usou os computadores e cartões de crédito das vítimas para realizar transferências bancárias e saques. Para disfarçar o odor que começava a se espalhar pelo prédio, ele utilizou produtos de limpeza e velas aromáticas, o que chamou a atenção dos vizinhos.
Na madrugada de 10 de julho de 2024, Mosquera saiu do edifício carregando grandes malas pesadas. Ele solicitou um veículo por aplicativo e pediu ao motorista que o levasse até a cidade de Bristol, localizada a cerca de 185 quilômetros de Londres. Durante o trajeto, manteve-se inquieto, tentando acessar os aplicativos bancários em seu celular.
Ao desembarcar perto da histórica Ponte Suspensa de Clifton, em Bristol, a atitude do homem e o peso excessivo da bagagem atraíram a atenção dos seguranças do local. Quando um funcionário percebeu um líquido vermelho escorrendo de uma das malas, confrontou o suspeito. Mosquera alegou que se tratava de óleo das rodas e afirmou que iria buscar outra mala no carro, aproveitando o momento para fugir a pé e abandonar o conteúdo na ponte.
A Descoberta Macabra e o Julgamento
A Polícia de Avon e Somerset foi acionada imediatamente. Ao abrirem a mala deixada na ponte, os oficiais encontraram restos mortais humanos. As etiquetas de viagem ainda presas à bagagem indicaram o endereço do apartamento em Londres. Ao arrombárem a porta do imóvel no bairro de Shepherd’s Bush, os policiais metropolitanos se depararam com manchas de sangue, ferramentas e o freezer contendo o restante dos corpos.
Uma grande operação de busca foi montada em todo o país. Três dias após a fuga, em 13 de julho de 2024, Yostin Andrés Mosquera foi localizado e preso pela polícia em uma estação de trem em Bristol. Ele estava sentado em um banco, vestindo as mesmas roupas com manchas de sangue seco, e não ofereceu resistência.
O julgamento teve início no tribunal de Old Bailey, em Londres. As gravações encontradas nos dispositivos do réu foram apresentadas ao júri, gerando forte comoção no plenário devido à extrema brutalidade e à apatia demonstrada pelo acusado. A defesa alegou que Mosquera teria agido sob surto psicológico decorrente de supostos abusos, mas a acusação comprovou a prévia intenção financeira e o planejamento detalhado, que incluiu a compra do freezer e as buscas na internet antes dos homicídios.
Em 21 de julho de 2025, o júri culpou Yostin Andrés Mosquera por dois crimes de homicídio e ocultaçao de cadáver. O juiz responsável pelo caso fixou a pena de prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional, encerrando um dos episódios criminais mais estarrecedores da história recente do Reino Unido.
Disclaimer: This story is fictional and created for entertainment purposes only.
Any names, characters, places, or events are fictitious or used fictitiously.
No real person or organization is intended to be portrayed.