HORROR EM PORTO VELHO: Adolescente é torturada até a morte em cárcere privado, amarrada com fios elétricos e comida por larvas sob falso pretexto religioso
Um cenário de pura barbárie, crueldade sem limites e falso fanatismo religioso chocou o Brasil nesta semana. A jovem Marta Isabele dos Santos, de apenas 16 anos, carinhosamente chamada de Martinha, foi encontrada morta dentro de sua própria casa em Porto Velho, Rondônia. O corpo da vítima apresentava fraturas expostas com ossos para fora, sinais severos de desnutrição cadavérica, marcas profundas de amarras por fios elétricos e infestações de larvas que a devoravam ainda viva. O pai, a madrasta que se autointitulava pastora e a avó paterna foram presos em flagrante.
O início de um pesadelo: O isolamento programado

Nascida no estado da Paraíba, Marta era descrita por antigos professores e parentes como uma menina dócil, inteligente, amorosa e cheia de vida. Contudo, após o término do relacionamento de seus pais biológicos e a recusa do padrasto em criá-la, ela foi entregue aos cuidados do pai, Calebe José da Silva. Em busca de uma nova vida, ambos se mudaram para Porto Velho.
Por volta de 2019, Calebe uniu-se a Ivanice Farias de Souza, conhecida no meio comunitário como Pastora Nice. O casal fundou a congregação “Ministério Profético Apocalipse” e passou a residir em uma chácara na Rua Afonso Brasil, no Bairro Jardim Santana. Sob a fachada de líderes espirituais fervorosos que pregavam contra o uso de celulares e tecnologias rotulando-os como portas para a condenação eterna, começou a ser arquitetada a destruição física e psicológica da adolescente.
O sumiço dos radares e a prisão domiciliar

Aos poucos, a vaidade e a alegria de Marta foram sistematicamente aniquiladas. Como punição arbitrária por suposta rebeldia, o pai cortava violentamente o cabelo da filha, minando sua autoestima. Pouco tempo depois, a garota foi proibida de usar redes sociais e privada do convívio com os familiares da Paraíba.
Em 2023, o pai solicitou a transferência escolar da menina da Escola Estadual Jânio Quadros, alegando falsamente que retornariam para o Nordeste. Sem a devida cobrança dos órgãos fiscalizadores, Marta nunca foi matriculada em outra instituição de ensino. Ela evaporou dos sistemas oficiais, tornando-se invisível para o Conselho Tutelar e a rede de proteção social. Trancafiada dentro de um quarto escuro, ela passou a viver em cativeiro absoluto, sendo submetida a agressões constantes sob a justificativa de estar supostamente possuída por demônios.
Tortura medieval: Fios elétricos, fraturas expostas e larvas
Nos últimos meses de vida, a rotina de abusos escalou para requintes de crueldade inenarráveis. Marta era amarrada diariamente à cama com fios elétricos encapados, impedida de se locomover, de tomar banho ou de se alimentar. A jovem atingiu um estado de desnutrição tão extremo que, aos 16 anos, pesava o equivalente a uma criança pequena, ficando reduzida a pele e osso.
As agressões brutais provocaram a quebra de dentes e fraturas ósseas graves, incluindo uma fratura exposta no braço esquerdo e lesões gravíssimas na clavícula, onde o osso rasgou a carne e ficou totalmente à mostra. Sem qualquer atendimento médico ou assepsia, feridas abertas se formaram por todo o corpo, e larvas começaram a se proliferar em suas pernas e pés, consumindo a jovem ainda com vida. Usando apenas fraldas descartáveis por não ter mais forças para ficar de pé, ela agonizava no colchão enquanto seus algozes gravavam vídeos religiosos nos montes e pediam orações em grupos de mensagens afirmando cinicamente que ela enfrentava uma doença terminal.
O teatro da farsa e a tentativa de ocultação de provas
Na segunda-feira, 24 de fevereiro de 2026, por volta das 15h, Marta deu seu último suspiro. Em vez de acionarem socorro imediato, o trio familiar iniciou uma operação macabra para apagar os rastros do crime. Calebe, Ivanice e a avó paterna, Dona Benedita Maria da Silva, juntaram roupas ensanguentadas e fraldas usadas da vítima e atearam fogo no quintal da propriedade.
Horas depois, por volta das 18h30, a madrasta ligou para a polícia criando uma versão fantasiosa: alegou que a enteada estivera desaparecida por quase três meses e havia retornado misteriosamente à chácara naquela manhã já debilitada, vindo a óbito por causas naturais. Ao chegarem ao endereço, os policiais militares e a perícia técnica desmascararam a farsa de imediato ao encontrarem o corpo esquelético em estado de rigidez cadavérica avançada, além de flagrarem a fogueira no quintal que comprovava a permanência contínua da jovem no local.
Prisão dos envolvidos e revolta popular
Pressionado na delegacia diante das incoerências dos depoimentos, Calebe confessou que mantinha a própria filha amarrada com fios elétricos e que estava em casa durante o momento de sua morte. A alegação dos acusados de que a jovem era violenta e precisava ser contida gerou imediata indignação nas autoridades policiais e no Ministério Público.
Calebe José da Silva, Ivanice Farias de Souza e Benedita Maria da Silva foram autuados em flagrante pelos crimes de:
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Feminicídio qualificado
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Tortura qualificada com resultado morte
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Cárcere privado
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Maus-tratos e omissão de socorro
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Fraude processual por destruição de provas
Em audiência de custódia realizada em 26 de fevereiro de 2026, a Justiça de Rondônia converteu a prisão do trio em prisão preventiva. No presídio de Porto Velho, Calebe sofreu represálias imediatas da população carcerária, necessitando de medidas de segurança especial.
Marta Isabele foi sepultada no Cemitério Santo Antônio, sob o clamor público por justiça e a urgência de que a negligência, o falso moralismo e o silêncio covarde que cercaram sua existência nunca mais sejam tolerados.
Disclaimer: This story is fictional and created for entertainment purposes only.
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No real person or organization is intended to be portrayed.