CLARICE DIZ QUE VAI MOSTRAR TODA VERDADRE SOBRE O DESAPARECIMENTO EM BACABAL MARANHÃO!!L
“EU VOU MOSTRAR TODA A VERDADE”: MÃE DE AGATHA E ALAN QUEBRA O SILÊNCIO SOBRE O DESAPARECIMENTO EM BACABAL E REVELA A DOR DE 7 MESES SEM RESPOSTAS
Sete meses se passaram desde o dia que mudou para sempre a vida de uma família no Maranhão. Desde aquele domingo, 4 de janeiro, quando Agatha Isabele e Alan Michael desapareceram no quilombo São Sebastião dos Pretos, em Bacabal, a pergunta continua ecoando: o que realmente aconteceu com as duas crianças?
Agora, em uma entrevista emocionante, Clarice Cardoso, mãe dos irmãos desaparecidos, decidiu falar novamente sobre sua luta, sua dor e a promessa que tem repetido desde o início das buscas: ela não vai desistir enquanto não descobrir a verdade sobre o paradeiro dos seus filhos.
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Com a voz carregada de emoção, Clarice afirmou que sempre cuidou dos filhos com dedicação e que jamais faria qualquer coisa contra eles. Segundo ela, sua força vem da fé e da esperança de reencontrar Agatha e Alan.
“Eu sempre cuidei muito bem deles. Eu criei praticamente sozinha, com a ajuda da minha mãe. Nunca tive apoio do pai deles para nada. Hoje eu estou aqui pelos meus filhos, para lutar por eles e mostrar toda a verdade”, declarou a mãe durante a entrevista.
A fala de Clarice emocionou muitas pessoas que acompanham o caso. Para ela, a maior motivação para continuar seguindo em frente é a certeza, dentro do coração de mãe, de que seus filhos podem estar vivos em algum lugar.
“Eu jamais vou desistir. Tenho meu filho André, que precisa de mim, e tenho meus dois filhos que continuam desaparecidos. Eu entreguei tudo nas mãos de Deus e é Ele quem me dá forças para continuar”, disse.
UMA BUSCA QUE NUNCA TERMINOU
Desde o desaparecimento, Clarice vive uma rotina marcada pela angústia, pelas perguntas sem respostas e pela espera por uma notícia que possa mudar sua vida.
Segundo ela, o desaparecimento dos filhos ainda é cercado por muitas dúvidas. A mãe afirma que não acredita que Agatha e Alan simplesmente tenham entrado em uma área de mata e desaparecido sem deixar qualquer sinal.
Para Clarice, alguns detalhes do caso continuam sem explicação.
“Meus filhos não tinham costume de entrar dentro de mata. Eles não tinham costume de ir para a beira de rio. Não faz parte da rotina deles”, afirmou.
Um dos pontos que mais chamou atenção durante as buscas foi o local onde cães farejadores teriam indicado o último ponto com possível presença de cheiro das crianças: uma região próxima a um rio.
Segundo relatos apresentados durante o acompanhamento do caso, uma das hipóteses levantadas inicialmente era de que as crianças poderiam ter sofrido algum acidente no local. Porém, para a mãe, essa possibilidade nunca explicou completamente o desaparecimento.
“Se eles tivessem caído no rio, talvez alguma coisa teria sido encontrada. Mas também existe a possibilidade de terem atravessado ou de algo diferente ter acontecido”, comentou.
A falta de uma resposta definitiva aumentou ainda mais o sofrimento da família. Para muitos que acompanham o caso, o grande mistério continua sendo justamente entender como duas crianças desapareceram sem deixar pistas claras.
“EU SINTO QUE MEUS FILHOS ESTÃO VIVOS”
Uma das frases mais marcantes da entrevista foi quando Clarice falou sobre sua intuição de mãe.
Mesmo diante de meses sem notícias, ela afirma que algo dentro dela mantém a esperança.
“O meu coração de mãe sempre disse que meus filhos estão vivos. É isso que me dá força para lutar e continuar procurando por eles”, declarou.
Essa esperança tem sido o combustível da batalha de Clarice, que segue buscando respostas e pedindo que o caso não seja esquecido.
A mãe também relembrou os momentos antes do desaparecimento. Segundo ela, naquele domingo, tudo parecia uma manhã comum em família.
Ela contou que passou parte do dia cuidando dos filhos, preparando a rotina deles e deixando tudo organizado antes de sair.
“Eu dei banho na Isabele, no Michael e no André. Arrumei o cabelo dela, deixei tudo arrumadinho. A gente almoçou junto, dei lanche para eles e depois deixei eles com minha mãe”, relatou.
Segundo Clarice, nada naquele momento indicava que aquele seria o último dia em que teria seus dois filhos ao lado.
A TARDE QUE TRANSFORMOU UMA FAMÍLIA
Horas depois, a notícia chegou como um choque.
As crianças não eram encontradas. Moradores da comunidade começaram as buscas, procurando em casas próximas e em diferentes pontos da região.
Quando Clarice recebeu a ligação, segundo ela, foi imediatamente para o interior.
“Quando eu cheguei já tinha uma multidão procurando. Estava todo mundo tentando encontrar eles, mas ninguém sabia onde eles estavam”, contou.
O cenário ficou ainda mais difícil porque naquele domingo havia chuva na região, aumentando a preocupação durante as buscas.
A mãe afirmou que procurou ajuda imediatamente e enfrentou momentos de desespero para conseguir mobilizar as autoridades.
Segundo ela, ao chegar à delegacia, não encontrou inicialmente uma equipe preparada para receber o caso.
“Eu estava chorando, implorando por ajuda. Pedi para que alguém fosse atrás dos meus filhos”, relembrou.
Ela afirma que jornalistas que estavam no local ajudaram a divulgar rapidamente o desaparecimento e que, posteriormente, equipes de busca foram acionadas.
SETE MESES DE PERGUNTAS E UMA FAMÍLIA ESPERANDO RESPOSTAS
O caso Agatha e Alan continua sendo acompanhado por muitas pessoas que esperam uma conclusão.
Ao longo desses meses, diferentes hipóteses foram analisadas pelas autoridades. No entanto, para a família, a principal angústia permanece: saber exatamente o que aconteceu.
A ausência de informações conclusivas transformou o desaparecimento em um dos casos mais comentados do Maranhão.
Para muitos moradores e pessoas que acompanham a história, existe uma sensação de que ainda falta uma explicação clara sobre os acontecimentos daquele domingo.

A pergunta permanece:
Como duas crianças desapareceram de uma comunidade onde todos se conheciam?
Como não foram encontrados sinais suficientes para explicar o caminho que elas seguiram?
E principalmente: onde estão Agatha e Alan?
Essas são perguntas que continuam sem respostas.
A PROMESSA DE UMA MÃE
Mesmo enfrentando críticas, dúvidas e o peso de uma espera dolorosa, Clarice mantém a mesma promessa desde o início:
Encontrar seus filhos.
Ela afirma que continuará lutando enquanto houver esperança.
“Eu vou lutar até o fim para descobrir o que realmente aconteceu com meus filhos”, disse emocionada.
A história de Agatha Isabele e Alan Michael continua mobilizando pessoas que acompanham o caso e torcem para que a família finalmente tenha uma resposta.
Enquanto isso, Clarice segue vivendo um dia de cada vez, sustentada pela fé e pelo amor de mãe.
Porque, para uma mãe que perdeu o contato com seus filhos, o tempo pode passar, mas a esperança nunca desaparece.
E a pergunta que permanece em Bacabal é uma só:
Onde estão Agatha e Alan?